CURSO DE Graduação

Engenharia de Produção

  • Modalidade: Bacharelado
  • Carga Horária: 3600 horas
  • Duração do Curso: 10 semestres
  • Turno: Noturno
  • E-mail: 2021.fabricioleitao@cnec.br
  • Autorização: Portaria 1.617 de 12/11/09. DOU em 13/11/09.
  • Reconhecimento: Portaria 699 de 01/10/2015. DOU número 190 de 05/10/2015.
  • Coordenação: Fabrício Oliveira Leitão
  • Titulação: Doutor
  • Lattes: http://lattes.cnpq.br/7050062167480297
  • Horário de Atendimento: Segunda-Feira: 8h30 às 13h / 14:h às 17h, Terça-Feira: 8h30 às 13h / 14:h às 17h, Quinta-Feira: 17h às 19h, Sexta-Feira: 8h30 às 13h / 14:h às 16h30

Objetivos

O Curso de Engenharia de Produção é idealizado num momento em que a sociedade brasileira vive um processo de acelerada mudança sócio-econômica, como reflexo das grandes transformações mundiais que têm ocorrido desde o final do século passado. O projeto pedagógico procura garantir a qualidade do profissional dentro do contexto do desenvolvimento sócio-econômico territorial e das mudanças promovidas pela globalização, pelo neoliberalismo e pela modernidade no mundo atual.

Essa transformação coloca os novos profissionais e a sociedade em contato com processos de produção totalmente diversos do que se verificava há décadas atrás. Tais regiões estão em contato, não apenas com sua realidade imediata, mas também com a de distantes regiões do planeta. A colocação da produção local em novos mercados representa uma realidade às economias locais e/ou sub-nacionais, e ultrapassam as barreiras sociais, antropológicas, geopolíticas ou econômicas.

Neste contexto, superar em qualidade e responsabilidade social é papel do profissional moderno. Não se furta, portanto, estas características, ao Engenheiro de Produção do INESC, que deve ser capaz de alocar recursos para atender aos princípios organizacionais e sociais exigidos pelos mercados e pela população alvo de seus projetos – os empreendedores de micro e médias agroindústrias.

Dessa forma, o Engenheiro de Produção deverá desenvolver a competência teórica, política e técnica, numa vertente humanista, voltada para os processos sociais e para as demandas emergentes, além de demonstrar capacidade de análise de conjuntura, de instituições e da relação de forças presentes na contemporaneidade, numa perspectiva de historicidade e rigoroso cumprimento do Código de Ética Profissional.

Além dos princípios substanciados acima, os objetivos do Curso se consolidam em proporcionar a formação de um egresso com sólida base teórico-conceitual e prática, capaz de resolver os problemas de forma criativa e consciente da realidade.

O estudante do Curso vivencia a situação real dos produtores rurais e das agroindústrias da Região, tornando-se um profissional com capacitação técnica e visão sistêmica, apto a entender as demandas sociais e econômicas locais, bem como promover uma gestão sustentável nas organizações de caráter privado, público e não governamentais, que vier a atuar. É exigido do egresso competência para diagnosticar e empreender mudanças que conduzam o homem, as organizações e as instituições à produção responsável e voltada ao compromisso social.

Áreas de atuação

O Engenheiro de Produção poderá atuar em qualquer uma das áreas abaixo:

DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

Analisar e definir a estrutura da empresa, de acordo com o mercado.

ECONOMIA EMPRESARIAL

Gerenciar a vida financeira de uma empresa, definir a aplicação de recursos, lidar com custos, prazos, juros e previsão de vendas.

ENGENHARIA DO TRABALHO

Administrar a mão de obra, para a produção de bens ou a prestação de serviços. Avaliar custos, prazos e instalações, para possibilitar a execução do trabalho.

PLANEJAMENTO E CONTROLE

Implantar e administrar processos de produção, da seleção de matérias-primas à saída do produto. Estabelecer padrões de qualidade e fiscalizar seu cumprimento. Gerenciar operações logísticas, como armazenagem e distribuição.

PRODUÇÃO AGROINDUSTRIAL

Atuar nos vários setores da agroindústria: produção agrícola, processamento industrial, comercialização e distribuição de produtos.

SIMULAÇÃO DE PROCESSOS

Antecipar problemas e encontrar soluções, empregando ferramentas da tecnologia da informação.

Perfil do egresso

Os cursos de graduação em Engenharia têm como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e  criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,  econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:

-aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia;

-projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

-conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;

-planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;

-identificar, formular e resolver problemas de engenharia;

-desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

-supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

-avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

-comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

-atuar em equipes multidisciplinares;

-compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;

-avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;

-avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;

-assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

Em relação ao curso de Engenharia de Produção o egresso deverá possuir sólida formação científica, tecnológica e profissional que o capacite a identificar, formular e solucionar problemas ligados às atividades de projeto, operação e gerenciamento do trabalho e de sistemas de produção de bens e/ou serviços, considerando seus aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

Terá como competências:

-dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros  a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas;

-utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas de produção e auxiliar na tomada de decisões;

-projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;

-prever e analisar demandas, selecionar conhecimento científico e tecnológico, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade;

-incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria;

-prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade;

-acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade;

-compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente, tanto no que se refere a utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade;

-utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos;

-gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias adequadas.

-projetar, implantar, operar, analisar, manter, gerir e melhorar produtos, processos e sistemas de produção de bens e serviços, envolvendo a gestão do conhecimento, do tempo e dos demais recursos produtivos (humanos, econômico-financeiros, energéticos e materiais – inclusive, naturais);

-desenvolver e implantar inovações organizacionais e tecnologias de gestão;

-aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos na solução de problemas ligados ao contexto agroindustrial.

O engenheiro de produção deverá possuir as seguintes habilidades:

-Iniciativa empreendedora;

-Iniciativa para auto-aprendizado e educação continuada;

-Comunicação oral e escrita;

-Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;

-Visão crítica de ordens de grandeza;

-Domínio de técnicas computacionais;

-Conhecimento, em nível técnico, de língua estrangeira;

-Conhecimento da legislação pertinente;

-Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;

-Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas;

-Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio ambiente;

-Pensar globalmente, agir localmente.

Estrutura curricular

A estrutura curricular do curso de Engenharia de Produção da (Nome da IES) se orientou pela Resolução CNE/CES n. 11, de 11 de março de 2002, quanto aos conteúdos curriculares promotores da formação de engenheiros, possui um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos específicos que caracteriza a modalidade.

A integralização do curso está de acordo com a Resolução CNE/CES n. 2 de 18 de julho de 2007, que dispõe sobre carga horária e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, na modalidade bacharelado.

A organização curricular atende a legislação, no que se refere à carga horária legal 3.600 horas, integralizadas em 10 semestres, assim distribuídas:

§  2.940 horas destinadas às atividades acadêmicas (entre os núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos), obrigatórias e optativas, na forma presencial e semipresencial como assistência às aulas (disciplinas), integrando a realização de seminários, trabalhos de iniciação científica, atividades de extensão, visitas técnicas, participação em empresas do setor e projetos integradores, desenvolvidos ao longo do curso.

§  180 horas para o estágio supervisionado, no 9º e 10º período.

§  120 horas para o Trabalho de Conclusão de Curso, no 9º e 10º período.

§  360 horas de atividades complementares, realizadas gradativamente a cada semestre, desde o início do curso, em áreas específicas de interesse dos alunos, flexibilizando sua formação.

Nessa perspectiva, o curso se desenvolve a partir da ideia de construção do conhecimento, estabelecendo um currículo diferenciado, resultado da prática realizada e mediada pelas ações dos docentes (ação efetiva docente) e discentes (trabalho efetivo discente), mediante atividades dentro e fora da sala de aula, intra e extramuros.

A matriz curricular contempla componentes curriculares: disciplinas, atividades complementares, estágios supervisionados, projetos específicos, interdisciplinares e atividades de prática profissional e laboratorial são operacionalizados por meio de aulas expositivas, dialogadas, atividades teóricas e práticas, aprendizagem mediada por tecnologia, estudos dirigidos, individuais e em grupo, desenvolvidos a partir da ação direta e indireta de docentes, tendo em vista a formação pessoal, profissional e cidadã dos discentes.

A Rede CNEC destaca que a carga horária do curso reporta a um conjunto de atividades de aprendizagem (intramurais e extramurais), tendo a conotação de tempo de aprendizagem discente em diferentes cenários, possibilitando diversificação e flexibilização, computando como ‘tarefa-tempo’ as atividades oferecidas no ‘tempo aula’, realizadas no ‘tempo-aluno’.

O trabalho efetivo discente compreende e organiza a integralização das disciplinas previstas para o curso, o estágio supervisionado e as atividades complementares. A interdisciplinaridade tem como lócus o desenvolvimento de um projeto integrador, reunindo os saberes relativos aos componentes curriculares de cada semestre obedecendo a regulamentação específica, detalhando sua cronologia e abrangência ao longo do curso.

Os componentes curriculares do curso contemplam articulação entre teoria e prática, flexibilização e interdisciplinaridade, estando coerentes com as necessidades e demandas atuais do mercado de trabalho, visando à formação do profissional do século XXI. A valorização das experiências vivenciadas pelos alunos em contexto fora e dentro do ambiente acadêmico torna o conhecimento flexível e aberto para adaptação.

Na operacionalização do currículo do curso busca-se desenvolver competências que são: saber agir e reagir com pertinência; saber combinar os recursos e mobilizá-los em um contexto; saber transportar; saber aprender e aprender a aprender; saber se engajar, contribuindo para que os egressos possam selecionar criticar, comparar e elaborar novos conceitos, contribuindo para renovação e criação de conhecimentos significativos e relevantes para sua atuação profissional, engajamento social e cidadão.

A coerência dos conteúdos curriculares com o perfil delineado para o egresso está calcada em competências, habilidades e atitudes relacionadas à compreensão da dinâmica do curso em questão.

Outro aspecto importante é o incentivo que a (Nome da IES) oferece aos professores para desenvolverem-se além das competências técnicas específicas, ampliando sua conscientização em relação ao processo de inclusão social das pessoas portadoras de necessidades especiais, inclusive na reflexão sobre o uso da Língua Brasileira de Sinais, utilizadas pelos surdos, inseridos em sala de aula comum.

Destaca-se também que o currículo do curso está em consonância com o Decreto n. 5.626/2005, incluindo a disciplina Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como componente curricular optativo.

O atendimento à Resolução CNE/CP n. 1/2004, que estabelece os estudos sobre educação das relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira e indígena são contemplados diretamente nas disciplinas de Estudos Socioantropológicos. Entretanto, essa temática abrange um caráter transversal, estando implícito nas discussões e reflexões, por meio das atividades complementares, projetos integradores, de iniciação científica, de extensão, seminários, palestras, entre outras.

Da mesma forma, o currículo do curso atende as exigências do Decreto n. 4.281/2002 que regulamenta a Lei n. 9.795/1999, que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental. A organização curricular contempla especificamente nas disciplinas de Meio Ambiente, Responsabilidade Social e Ambiental, Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional, Elaboração, Materiais de Construção, Saneamento, Avaliação e Gerenciamento de Projetos.

Outrossim, estes temas relacionados à Educação Ambiental e Sustentabilidade também são trabalhados de forma transversal, possibilitando aos alunos a integração interdisciplinar, via eventos com foco na respectiva temática, promovendo um diálogo entre a comunidade local e os representantes dos setores público e privados, sobre a questão ambiental global, nacional e regional.

Vale ressaltar que os critérios norteadores para definição do perfil do egresso tomaram como base a necessidade de formação voltada para a visão humanística, científica e social, de maneira que integram os conhecimentos, competências, habilidades, atitudes e valores na formação do futuro profissional.

O currículo atende ainda a Resolução n. 1/2012 que estabelece diretrizes nacionais para a temática Direitos Humanos, contemplando a disciplina Estudos Socioantropológicos, além dessa matéria ser trabalhada de forma transversal e interdisciplinar em eventos, discussões e abordagens diversas realizadas no decorrer do curso.

Documento Anexo

Estrutura Curricular Engenharia de Produção 2016

Corpo Docente

Elenice Delfino Borges Costa

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3658340777236939

Fabrício Oliveira Leitão

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/705006216748029

Fernando Ampessan

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7574644949585977

Filipe Rizzo

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5294693745066565

Layse da Silva Gontijo

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9937633662081414

Mac Amaral Cartaxo

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9517732031052908

Paulo Augusto Miers Zabot

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3371207811593066

Paulo César Rodrigues Borges

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4275937790613243

Rafaella Loryane Alves Cardoso

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5723047480260899

Wilson Roberto Dejato da Rocha

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3223230366189303

Zeuman de Oliveira e Silva

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7876144768305084

Colegiado de Curso

Conforme SEÇÃO II do Regimento Interno do INESC, segue as regras de funcionamento do colegiado de curso.

Do Colegiado de Curso

Art.9o. O Colegiado de Curso é órgão superior deliberativo em matéria didático-científica e disciplinar, com a seguinte constituição:

I – Coordenador do Curso, que o preside;

II – três docentes representantes das disciplinas que constituem o curso, sendo um indicado pelo Coordenador do Curso e dois eleitos por seus pares;

III – um representante dos discentes, eleito por seus pares.

§1º. Será constituído um Colegiado de Curso para cada curso oferecido pelo INESC.

§2º. O Colegiado de Curso se reúne ordinariamente, uma vez a cada semestre e, extraordinariamente quando convocado pelo Coordenador do Curso.

Art. 10. Compete ao Colegiado de Curso:

I – definir as atribuições e os critérios de constituição do Núcleo Docente Estruturante – NDE;

II – articular as relações entre o Núcleo Docente Estruturante – NDE, o corpo docente, o corpo discente e comunidade;

III – instituir ações para a melhoria da qualidade do curso;

IV – propor o planejamento e a realização de cursos de pós-graduação, aperfeiçoamento e extensão;

V – propor formas e instrumentos de avaliação do curso;

VI – instituir ações que deem efetividade às políticas estabelecidas no Projeto Político Pedagógico Institucional no âmbito do curso;

VII – instituir ações para cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais;

VIII – planejar e propor atividades de formação contínua e integração dos docentes;

IX – aprovar alterações na Matriz Curricular e nos Conteúdos Programáticos das Disciplinas para que estejam em consonância com o Projeto Pedagógico de Curso – PPC;

X – promover atividades nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão respeitadas as especialidades e interesses da comunidade acadêmica;

XI – propor ao Conselho Superior o plano anual das atividades acadêmicas do Curso;

XII – propor a publicação de estudos, produção acadêmica, científica, técnica e cultural realizados no curso;

XIII – aprovar as atividades complementares propostas para o curso.

Os componentes do Colegiado do Curso de Engenharia de Produção são:

  • Fabrício Oliveira Leitão (coordenador)
  • Hellen Danyane Soares Caetano de Souza (docente)
  • Paulo César Rodrigues Borges (docente)
  • Zeuman de Oliveira e Silva (docente)
  • Maicon Gonçalves Monteiro (discente)

Núcleo Docente Estruturante

O NDE do curso de Engenharia da Produção possui atribuições acadêmicas de acompanhamento e atuação na concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico. Além destas, destacam-se também:

-Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

-Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo;

-Analisar, anualmente, o PPC e propor alterações para possíveis adequações às Diretrizes Curriculares Nacionais, as exigências do mercado de trabalho e aos avanços no campo de ensino, da iniciação científica, da extensão e das práticas contemporâneas e sua articulação com as políticas didático-pedagógicas e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI);

-Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação;

-Analisar e avaliar os planos de ensino à luz do PPC, recomendando à Coordenadoria do Curso possíveis alterações;

-Propor melhorias na qualidade do ensino ofertado.

A alteração e permanência dos membros do NDE serão verificadas sempre que necessário, com base no corpo docente alocado ao curso e na legislação vigente.

O Coordenador do Curso terá o papel de proporcionar adequada articulação do NDE com o Colegiado do Curso, com o objetivo de aprimorar o processo de oferta do curso e o cumprimento das normas legais aplicáveis. Cabe ainda a esta Coordenação oferecer apoio técnico-administrativo ao NDE para o seu pleno funcionamento.

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia da Produção do INESC,é composto por cinco docentes, conforme estabelece a Resolução do CONAES nº 1/2010. Além disso, os membros atendem aos requisitos de titulação e regime de trabalho, exigidos pela referida legislação.

Eis a relação dos membros do NDE e suas respectivas titulações, regimes de trabalho e o tempo de participação no mesmo:

  • Fabrício Oliveira Leitão (Mestre) – Presidente – Integral – Início do Curso
  • Paulo César Rodrigues Borges (Doutor) – Parcial – Início do Curso
  • Helen Danyane Soares Caetano de Souza (Mestre) – Parcial – Início do Curso
  • Fernando Ampessan (mestre) – Integral – março 2016
  • Zeuman de Oliveira e Silva (Mestre) – Parcial – Início do Curso

Projeto Pedagógico do Curso

Abaixo encontra-se o Projeto Pedagógico do curso de Bacharelado em Engenharia de Produção.

Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção

ENADE

O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004 e regulamentado pela Portaria nº 603, de 7 de março de 2006 , é parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que compreende três instrumentos: a Avaliação das Instituições, dos Cursos e dos Estudantes.

O Enade é um instrumento destinado a avaliar o desempenho dos estudantes com relação:

  • aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação;
  • ao desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento da formação geral e profissional;
  • ao nível de atualização dos estudantes com referência à realidade brasileira e mundial.

O Enade é componente curricular obrigatório dos cursos de graduação e a regularidade junto ao ENADE, seja pela efetiva participação ou pela dispensa oficial pelo MEC, é condição prévia a conclusão de curso de graduação, expedição e respectivo registro do diploma.

Consulte o ENADE deste curso

Períodicos Online

Para o curso de Engenharia de Produção do INESC estão disponibilizados os seguintes periódicos:

-O Periódico físico e corrente da ABEPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção).

-Base de Dados de Periódicos Científicos EBSCO, maior empresa de bases de dados online de periódicos estrangeiros e nacionais no mundo, disponibilizando acesso online a periódicos via bases de dados em texto completo para os maiores centros de pesquisa no Brasil e no mundo.

Segue abaixo alguns periódicos da área de Engenharia de Produção indexados na base:

1- Exacta;

2- Revista Pretexto;

3- RBPG. Revista Brasileira de Pós-Graduação;

4- Revista de Administração e Inovação – RAI;

5- Iberoamerican Journal of Industrial Engineering;

6- Colloquium Exactarum;

7- Revista de Administração Mackenzie;

8- Iberoamerican Journal of Industrial Engineering;

9- Acta Scientiarum: Technology;

10- Estudos Tecnológicos em Engenharia;

11- RAE: Revista de Administração de Empresas;

12- Gestão e Regionalidade;

13- Revista de Gestão e Projetos;

14- Revista Eletrônica de Ciência Administrativa;

15- Iberoamerican Journal of Industrial Engineering;

16- RAC – Revista de Administração Contemporânea;

17- Revista de Ciências da Administração;

18- Revista Gestão Organizacional (RGO);

19- Revista de Administração FACES Journal;

20- PLoS ONE;

21- Research in Engineering Design;

22- European Journal of Engineering Education;

23- Annals of the Faculty of Engineering Hunedoara – International Journal of Engineering;

24- International Journal of Hydrogen Energy;

25- Industrial Engineer: IE;

26- International Journal of Advanced Manufacturing;

27- European Journal of Engineering Education;

Estas bases de dados encontram-se disponibilizadas para consulta dos alunos nos terminais da Biblioteca e nos computadores dos Laboratórios de Informática.

Períodicos Livres

Períodicos EBSCO

Estas bases de dados encontram-se disponibilizadas para consulta dos alunos nos terminais da Biblioteca e nos computadores dos Laboratórios de Informática.

Grupo Multidisciplinar em Estudos Rurais

Clique aqui

Critérios de Avaliação

RESOLUÇÃO Nº CS/012/2015, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.

Dispõe sobre o Regulamento Geral da Avaliação de Desempenho Acadêmico por Disciplina da Faculdade CNEC Unaí

RESOLUÇÃO Nº CS/012/2015, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.
Entra em vigor em 1º de janeiro de 2016.
RESOLUÇÃO Nº CS/012/2015, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2015.

Dispõe sobre o Regulamento Geral da Avaliação de Desempenho Acadêmico por Disciplina da Faculdade CNEC Unaí.

Regulamento Geral da Avaliação de Desempenho Acadêmico

REQUISITOS PARA MATRÍCULA

O registro e matrícula de candidatos selecionados far-se-á a partir da publicação da lista de classificados e mediante a apresentação dos seguintes documentos: documento de identidade; CPF; certidão de nascimento ou casamento; título de eleitor acompanhado de comprovante de votação ou de justificativa de não votação na última eleição, de ambos os turnos, se for o caso; prova de quitação com o serviço militar – para candidatos do sexo masculino maiores de 18 anos; comprovante de residência; histórico escolar do ensino médio; e certificado de conclusão do ensino médio ou certidão de conclusão da educação de jovens e adultos (EJA), se for o caso, a qual somente tem validade se o aluno efetivamente tinha 18 anos ou mais quando prestou o exame supletivo, conforme estabelecido na Lei 9.394/1996, artigo 38, inciso II; publicação em D.O.U. da relação dos concluintes do ensino médio ou equivalente constando o nome do candidato, a data da publicação e o nº da página – para concluintes a partir 1985 no Estado do Rio de Janeiro; comprovante de vacinação contra rubéola – para candidatas do sexo feminino com até 40 anos de idade, provenientes de instituições educacionais do Estado de Santa Catarina – Lei estadual nº 10.196/1996; documento de identidade, CPF e comprovante de residência do responsável financeiro que ratificará o Termo de Adesão ao Contrato de Prestação de Serviços Educacionais – para candidatos menos de 18 anos.


Aguarde...